Esta página aguarda validação. Não substitui uma consulta nem um programa adaptado à sua situação.
Alimentar os músculos
As artérias levam sangue e oxigénio. Estreitamento pode limitar a oferta quando o esforço aumenta.
É diferente de um coágulo venoso, embora sintomas possam parecer semelhantes.
Fontes deste capítulo [1]
Compreender pelas imagens
Músculo, artéria e veia
Músculo
Precisa de mais oxigénio no esforço.
Artéria
Leva sangue aos tecidos.
Veia
Devolve sangue; as suas doenças exigem outra avaliação.
Fontes deste capítulo [1]
Claudicação
A dor aparece na marcha e costuma aliviar após alguns minutos parado. Ritmo e inclinação alteram a distância.
Nem todos têm sinais típicos. Costas e outras causas também podem limitar a marcha.
Fontes deste capítulo [1]
Fatores cardiovasculares
Tabaco, diabetes, pressão arterial e colesterol contam. Coração e cérebro podem ter risco associado.
Apoio para deixar de fumar e tratar outras doenças integra os cuidados.
Fontes deste capítulo [1]
Mudanças urgentes
Pé subitamente frio, pálido, muito doloroso ou dormente, sobretudo com fraqueza: ligue 112.
Dor em repouso, ferida que não cicatriza ou pioria rápida exige conselho urgente, sem esperar pela fisioterapia.
Avaliar circulação
O médico examina pés e pulsos e pode comparar pressão no tornozelo e braço. Outros testes podem ser necessários.
Resultados precisam de contexto, sobretudo na diabetes. Testes caseiros não bastam.
Tratamento médico
Pode combinar redução de riscos, medicamentos e movimento adequado. Algumas situações precisam de especialista vascular.
Não altere medicamentos sozinho. Caminhar melhor não elimina acompanhamento cardiovascular.
Fontes deste capítulo [3]
Marcha supervisionada
Após diagnóstico, treino acompanhado pode melhorar capacidade de marcha. Intensidade, pausas e progressão são acordadas.
Não aplique estes protocolos a dor inexplicada. A página não confirma um programa vascular especializado no consultório.
Fontes deste capítulo [3]
Na prática
Um passeio interrompido
Descrever
Distância, pausas e outros sinais.
Diagnosticar
Avaliar circulação e outras causas.
Planear
Juntar marcha adequada e controlo dos riscos.
Fontes deste capítulo [3]
Pés e quotidiano
Calçado adequado e atenção a feridas são importantes, sobretudo com diabetes ou menor sensibilidade.
Siga o plano acordado. Calor intenso não trata falta de circulação e pode queimar.
Fontes deste capítulo [1]
Discutir intervenção
Limitações importantes persistentes podem justificar avaliação especializada para melhorar o fluxo sanguíneo.
Anatomia, riscos e objetivos determinam a escolha. Prevenção e acompanhamento continuam.
Fontes deste capítulo [3]
Acompanhar mudanças
Compare percursos, distâncias e pausas semelhantes para avaliar benefício.
Pioria rápida, dor em repouso ou nova ferida exige conselho médico em vez de mais treino.
Fontes deste capítulo [1]
As suas perguntas
É apenas falta de treino?
Não necessariamente. Dor repetida ao caminhar precisa de esclarecimento.
Fontes deste capítulo [1]
Devo caminhar até dor máxima?
Não sem diagnóstico e plano individual. Protocolos supervisionados não servem para dor inexplicada.
Fontes deste capítulo [3]
O coração também importa?
Sim. A doença pode acompanhar riscos cardiovasculares mais amplos.
Fontes deste capítulo [1]
Um pé frio súbito pode esperar?
Não, sobretudo com dor, dormência ou fraqueza: 112.
Fontes deste capítulo [1]
Fontes e referências
- [1] NHS: Peripheral arterial disease (PAD)
- [2] CGDIS: Appeler le 112
- [3] NICE CG147: Peripheral arterial disease, recommendations
- [4] NHS: DVT (deep vein thrombosis)
- [5] NHS: Compartment syndrome
Texto atualizado em
Revisão médica: aguarda Hasib Selimovic.